A Associação

A AEABB foi criada em 1967 com sede no Rio de Janeiro (RJ) e, em 1987, reativada e transferida para Brasília, funcionando até 1992.

A Associação congrega os profissionais de Engenharia e Arquitetura do Banco do Brasil, tendo como objetivos: promover o congraçamento dos associados e o seu aperfeiçoamento; incrementar o intercâmbio com organizações congêneres; colaborar com a sociedade para a solução dos problemas relacionados com a Engenharia, Arquitetura e Agronomia e especialmente com o CAUBR e Regionais, com o CONFEA e os CREA, Sindicatos e demais órgãos de classe; pugnar pela defesa e união dos profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia, valorização da profissão, divulgação do Código de Ética Profissional e pela compatibilidade das funções exercidas no Banco do Brasil com a legislação vigente e regulamentação do CAU, CONFEA e dos CREA; representar os associados junto à superior Administração do Banco do Brasil S.A. e a qualquer entidade legalmente constituída; defender e elevar o nome do Banco do Brasil, como instituição, perante a sociedade.

Como grande parte das associações de classe, a AEABB ressurgiu num momento de crise. Em março/2001, com a criação das Gerências Regionais, houve uma reestruturação que culminou com o rebaixamento funcional de 40% do corpo profissional de engenheiros e arquitetos, causando um retrocesso imotivado na carreira e redução salarial em torno de R$ 800,00/mês, com os conseqüentes reflexos em férias, décimo-terceiro, etc. Saliente-se que, como analista júnior, o profissional continuou a exercer as mesmas funções do cargo anterior, com exatamente as mesmas atribuições, mesma carga horária e as mesmas responsabilidades técnicas perante o CREA e o Banco.

Em junho/2002, após diversas reivindicações do quadro de engenheiros e arquitetos do Banco, a medida foi revertida, sem, entretanto, a compensação retroativa dos salários e benefícios.

Hoje, mais uma vez, estamos enfrentando outro momento turbulento: Através de uma denúncia , o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal entrou com uma Ação Civil Pública em que requereu que o Banco somente contrate, designe ou nomeie trabalhadores para profissões de nível superior após a prévia aprovação em concurso público específico para a respectiva profissão, devendo os ocupantes irregulares dessas funções retornar às atividades de origem no máximo em 6 meses.

Essa ação atinge principalmente Arquitetos, Engenheiros, Advogados e Analistas de TI. Essa ação já obteve sentença em primeira instância favorável ao MPT e aguarda recurso para novo julgamento ou, sem recurso, a execução da sentença.

Assim, a AEABB atenta aos trâmites dessa ação, juntamente com a ASABB - Associação dos Advogados do Banco do Brasil e entidades de classes representativas de nossas categorias, estão trabalhando para a reversão da sentença e adotarão de todas as medidas cabíveis visando o resguardo de seus associados.

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A SUA FORÇA É A NOSSA FORÇA


ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS E ARQUITETOS DO BANCO DO BRASIL - AEABB
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